quarta-feira, 6 de julho de 2011

Festa Duro #day1

And here we go! Começou a festa duro, vulgo "Expo de Itaguaí". Whatever. Trinta de Junho de Dois Mil e Onze. Fui pro colégio, fiz minha prova, que agora eu não consigo me lembrar do que foi e voltei pra casa. Claro que eu estava morrendo de vontade de ir logo pra Expo, pra ver como tava tudo, e CLARO, tomar umas biritas, porque eu também sou filha de Deus. Enfim, quando cheguei em casa, minha mãe (mais conhecida como Tia Sandra), ficou de treta, e não quis me deixar sair. Me revoltei e fui jogar GTA. Quando deu dez horas, minha amiga, a Priscila, veio aqui em casa, e acabei convidando-a para sair comigo. Sendo assim, Tia Sandra liberou o Tóim e eu acabei indo pra festa, na condição que eu não fosse beber. Aham. 
Cheguei na Expo no clima dos baile, tomei uma tequila pra esquentar e fui pra área do Palco 2, onde um grupo de pagode tocava pra um público de mais ou menos 500 pessoas. Pode ser que tivesse mais gente. Ou menos. Sei lá, isso não vem ao caso. Fiquei pra lá com a Priscila, sua irmã, o peguete, e uns dois viados, que logo fizeram amizade comigo. 
Meia hora depois, um DJ começou a tocar, ai foi a vez da Carol arrazar nas corêo. Os bichas me acompanharam, aprendendo todas as dancinhas rapidamente e fazendo os passinhos comigo. E assim foi. 
O resto da noite se resume à tequilas, encontrar o Rodrigo, ir pro Maria Bonita, brigar com um Cowboy, vê-lo paquerar a Priscila, fazer amizade com uns motociclistas, que por sinal, eu aprendi que o termo certo é MOTOCICLISTA e não MOTOQUEIRO. Então é isso. Voltei pra casa umas três horas. Não estava bêbada, ainda bem. Mas mesmo que estivesse, minha mãe não chegaria a saber, porque ela já estava roncando alto quando cheguei em casa. 

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