Em primeiro lugar, eu não deveria estar escrevendo aqui, porque são nove horas da manhã e eu estou caindo de sono. Mas isso é por causa do remédio de alergia, que me deixa babando/cochilando pelos cantos. Mas enfim, vamos ao que interessa.
Ontem eu fui tirar meus documentos, sim, agora vou ser gente perante à lei. Minha mãe me levantou às sete da manhã, dizendo que se chegássemos tarde lá no troço onde fazem os documentos, eu não ia conseguir tirar nada, porque o lugar sempre tá cheio e etc etc. Depois de ouvir muitos gritos, eu levantei, tomei banho e saímos de casa. Eu, Dona Sandra e Emanuel, vulgo Canta Emanuel.
Pra minha surpresa ou nem tanto, porque eu meio que já esperava por isso, o lugar estava V A Z I O. Eu acordei às sete da manhã, achando que ia passar o dia inteiro num lugar cheio de gente fedida, e quando eu chego lá, só tinha umas duas pessoas na minha frente. Mas que vida boa. Depois de xingar muito no twitter, eu fui agilizar a papelada pra tirar minha identidade. Um moço muito simpático com uma camisa verde e marcas de suor nas axilas, veio me atender. Pediu que eu escrevesse meu nome duas vezes num trocinho lá, onde eu não poderia encostar nas linhas em volta do troço. Acho que minha mãe esqueceu de contar pra ele que eu tenho down. Mas enfim, assinei meu nome, com letra de máquina, foda-se a justiça, sou rebelde, e voltei a sentar-me no banco e esperar. Depois de uns 15 minutos, o mesmo homem voltou a me chamar, e me levou pra um cantinho. De cara eu achei que ele fosse me fazer uma proposta indecente, e já estava preparada pra dizer que não aceitava por menos de 400 mangos. Mas daí, ele só queria sujar meus dedos com uma espécie de graxa, e fazer com que eu colocasse minhas impressões digitais numa folha. Primeiro tive que "carimbar" todos os dez dedos, cada um no seu quadrado certinho. Dois os dois polegares e por fim os outros dedos que eu não sei o nome. Mentira, eu sei mas não é necessário colocar aqui.
Depois de ficar mais ou menos 10 MINUTOS tentando tirar aquele troço preto da mão, o homem me disse que eu poderia voltar ali em torno de trinta dias que minha identidade já estaria pronta. Dei graças a Deus e achei que já poderia ir pra casa, mas daí vem Dona Sandra dizendo "Agora vamos tirar o CPF".
Caminhamos até o Correio, porque é lá que fazemos esse troço de CPF. E tava um calor desgraçado ontem, e eu passando mal, toda vermelha, me coçando, porque todos sabem que tenho alergia ao bendito sol, mas whatever. Chegamos no Correio, e eu logo fui procurar um lugarzinho pra me sentar. Enquanto isso minha mãe ficou conversando com um cara, e ele fazendo de tudo para convencê-la de que era melhor deixar pra fazer meu CPF depois, porque quando eu fizesse dezessete anos eles iriam anular tudo e mandar fazer outro e etc etc. Daí só nisso, acho que minha mãe faz algum outro documento lá pro meu irmão, ficamos quase uma hora no Correio. Daí eu ja estava só na larika dos muleke, porque não tinha tomado café da manhã e já estava azul de fome. Ai Dona Sandra disse que era hora do papa das criança.
Ela nos levou até a Martone. Que é o nome de uma "lanchonete" que tem aqui na minha cidade. Sepa a mais conhecida. Daí eu enchi a cara, comi feito gorda, porque eu tô aqui pra isso mesmo. Depois de comer, era hora de ir tirar o Titulo de Eleitor. Daí fomos até o TRE, e quando eu cheguei lá ------------------------------------ O CARA QUE ME ATENDEU TAVA COM UMA CAMISA ESCRITO "FLORENCE AND THE MACHINE"
Ai depois que eu tive um ataque de histeria, fui conversar com o cara, bater um papo, perguntar se ele tinha namorada e afins. Ele me disse que conheceu a banda numa de suas viagens pra Europa (hmm, então já sabemos que ele tem uma pequena fortuna, mas ainda é difícil acreditar que alguém de Itaguaí tem condições de ir pra Europa), e que depois disso virou fã e etc etc. Pra minha inveja, ela já foi num show e me mostrou algumas fotos no seu celular super-hiper-mega-power foda que nunca acharemos no Brasil. Trocamos telefone óbvio, e ele fez meu título, desejando-me boa sorte na minha vida como adulta. Eu não entendi muito bem o que ele quis dizer, mas agradeci e fui embora.
Depois disso, minha mãe resolveu ir no banco e eu pedi pra ficar no calçadão da cidade, olhando as modas, como diria meu avô. Nisso, estou eu em frente à uma livraria/revistaria e começa a tocar Engenheiros do Hawaii. Fiquei maluca, sim ou claro? Eu só me lembro de começar a cantar (ALTO), e da cara das pessoas ao passarem por mim, provavelmente se perguntando se eu tinha algum tipo de problema mental. Acabei entrando na tal revistaria e fazendo amizade com o atendente, que era um cara muito bacana e feio.
Como sempre, quando eu não tenho nada pra fazer, eu costumo "imaginar" coisas. Na maioria das vezes, coisas que eu gostaria que se tornassem realidade, como por exemplo: Fazer sexo com o Dominic, ver o Dominic pelado, fazer o Dominic se apaixonar por mim... E por ai vai. E hoje, eu comecei a imaginar como seria o casamento perfeito. Me peguei escutando Hot And Cold, da Katy Perry e imaginei a seguinte cena: As madrinhas e os padrinhos estariam com roupas super descoladas. Nada daquela capenguice de sempre. O meu noivo, no caso, Domeneq, estaria com um terno com estampa de leopardo, e meu vestido seria branco, um tomara que caia básico, com alguns detalhes brilhantes e com glitter, porque eu também sou filha de deus. Daí, assim que o padre começasse a cerimônia, eu pedira pra cantar hot and cold, e os padrinhos iriam fazer coreo linda das guei pra me acompanhar. Depois disso, ia ter o casamento certinho, troca de alianças, beijos e a festa. Muito "XAMPAIN", bananas e peixe frito. E depois viria a lua de mel, mas isso eu vou guardar pra mim.
Eu sei que fiquei um booooooom tempo sem postar aqui e que todos sentiram minha falta. ou nem tanto Mas, pelo bem maior, eu voltei.
Como sempre não tenho muitas coisas pra contar. Minha vida continua a mesma merda de sempre, sem coisas emocionantes acontecendo e sem sexo selvagem. Mas falando em sexo selvagem, ontem eu fui ao mercado. Pra quem não sabe, mercado é aquele lugar onde tu compra as paradas pra comer. Daí okay, fui com a santa paz do senhor, porque como agora minha mãe tem dois empregos, eu meio que virei a "governanta" da casa, o que na minha opinião é uma merda, mas enfim. Tive que ir ao mercado, pra comprar as tretas de comer que faltavam aqui. Logo de início, eu percebi que deus estava trollando comigo, porque a passagem estava mais cara. DOIS E CINQUENTA! Mas que porra de roubo. Whateva. Paguei o troço lá pro motoristiss e fui simbora pro Guanabara, tudo por você. Assim que eu desci do ônibus, pisei numa porra de um troço cheia de água suja. Sujei o pé, a sandália, a calça, a vida... Depois de xingar por longos minutos, decidi ir até o hospital ver minha mãe. Não, ela não estava em seu leito de morte, ela estava trabalhando pra ganhar o dinheiro que comprar o pão de todo dia e meus absorventes. Cheguei no hospital, uma moça HIPER simpática e com cara de quem estava comendo limão veio me atender. Pediu meu nome, endereço, altura, data de nascimento, CPF, RG, twitter e MSN. Depois de todo o interrogatório, ela ligou pro setor onde minha mãe estava e eles me liberaram pra subir. (Não subir pro Céu, morada do nosso senhor jesus, subir para o terceiro antes, a ala de operação) Daí pá, cheguei lá, minha mãe estava numa roupa SUPER FASHION, azul, com mascara e o cacete a4, porque ela estava prestes a entrar na sala de cirurgia. Só que eu, por alguns instantes, de tão entretida que estava na conversa, me esqueci de que estava num hospital e... Um cara baleado e esfaqueado chegou lá. Senti a porra do cheiro de sangue de longe. Comecei a passar mal e meti o pé. E como jesus estava trollando comigo, eu esbarrei com o cara ensanguentado num dos corredores. Acredite se quiser.
Ai resolvi ir logo pro mercado. Nessa hora eu já estava completamente puta e com raiva da vida. Mesmo assim segui meu caminho, e os desígnios do senhor. Fiz as compras e blá blá blá. Um dos caras que cortava as carnes lá era gatinho e eu fiquei dando em cima dele e blá blá blá. Paguei as compras e blá blá blá. NA HORA QUE PEGAR O TÁXI, o motorista era tão lindo que eu não consegui me concentrar na minha vida, esqueci de respirar e o cacete todo. No final de tudo, ele me deu seu telefone, e eu disse que quando arrumasse um tempo iria ligar pra ele. É legal fingir que sou uma pessoa importante e que não tenho tempo pra paquerinhas. Como se fosse verdade.
Ah, e por último, mas não menos importante, eu fiz sexo mental com o Colts no mercado. Foi algo incrível. Eu não imaginava que ele fosse tão bom de cama.
Que felicidade! Todos estudando e eu aqui matando aula pra ficar no Twitter. Pois é, amigões, acho que alguém vou repetir de ano de novo. Mas não estou ligando muito pra isso. Só quero expressar minha revolta com a volta das aulas.
FODA-SE O COLÉGIO, BORA BEBER!
Eu: Quem é?
Tia Sandra: Sou eu. Tá tudo bem ai?
Eu: Uhum.
Tia Sandra: Já tomou café?
Eu: Uhum.
Tia Sandra: Alguém esteve ai me procurando?
Eu: Não.
Tia Sandra: Alguém ligou pra mim?
Eu: Não.
Tia Sandra: Você já arrumou a cozinha?
Eu: Não.
Tia Sandra: Então arruma a cozinha a passa pano na casa pra mim, tá bom?
Eu: Não.
Tia Sandra: O QUE QUE TU FALOU, PESTE?
Eu: Nada não.
Tia Sandra: Então faz o que eu te falei que eu já tô chegando em casa e quero ver tudo arrumado.
Eu: ~resmungo~ Mas tu vai ver, tem dois olhos grandes da porra pra isso mesmo.
Tia Sandra: O QUEEEE?
TU TU TU TU TU
Pois é, tô sem internet, e isso é deprimente, porque é como se tivessem me arrancado o coração ou outro órgão que eu preciso pra viver.
Por isso, eu devo ficar sem postar por alguns dias, mas isso não significa que meu cérebro não estará trabalhando. Porque acreditem ou não, eu tenho um cérebro e ele funciona.
Assim que eu conseguir uma pausa (leia-se: assim que eu matar o meu padrasto), eu posto todas as coisas legais e lindas e deliciosas que eu escrevi nesses últimos dias.
E é isso. Paz, fé, illuminate, maconha, dorgas, coca-cola, cama, sexo, luz, Jesus, amor e tudo de o que há de melhor.
... Já dizia eu.
Odeio acordar cedo. Ainda mais nesses dias que eu poderia dormir até às três da tarde, porque estou sozinha em casa, e não teria ninguém pra ficar me perturbando. Mas é a vida.
And here we go! Começou a festa duro, vulgo "Expo de Itaguaí". Whatever. Trinta de Junho de Dois Mil e Onze. Fui pro colégio, fiz minha prova, que agora eu não consigo me lembrar do que foi e voltei pra casa. Claro que eu estava morrendo de vontade de ir logo pra Expo, pra ver como tava tudo, e CLARO, tomar umas biritas, porque eu também sou filha de Deus. Enfim, quando cheguei em casa, minha mãe (mais conhecida como Tia Sandra), ficou de treta, e não quis me deixar sair. Me revoltei e fui jogar GTA. Quando deu dez horas, minha amiga, a Priscila, veio aqui em casa, e acabei convidando-a para sair comigo. Sendo assim, Tia Sandra liberou o Tóim e eu acabei indo pra festa, na condição que eu não fosse beber. Aham.
Cheguei na Expo no clima dos baile, tomei uma tequila pra esquentar e fui pra área do Palco 2, onde um grupo de pagode tocava pra um público de mais ou menos 500 pessoas. Pode ser que tivesse mais gente. Ou menos. Sei lá, isso não vem ao caso. Fiquei pra lá com a Priscila, sua irmã, o peguete, e uns dois viados, que logo fizeram amizade comigo.
Meia hora depois, um DJ começou a tocar, ai foi a vez da Carol arrazar nas corêo. Os bichas me acompanharam, aprendendo todas as dancinhas rapidamente e fazendo os passinhos comigo. E assim foi.
O resto da noite se resume à tequilas, encontrar o Rodrigo, ir pro Maria Bonita, brigar com um Cowboy, vê-lo paquerar a Priscila, fazer amizade com uns motociclistas, que por sinal, eu aprendi que o termo certo é MOTOCICLISTA e não MOTOQUEIRO. Então é isso. Voltei pra casa umas três horas. Não estava bêbada, ainda bem. Mas mesmo que estivesse, minha mãe não chegaria a saber, porque ela já estava roncando alto quando cheguei em casa.
Começaremos a postagem de hoje com uma oração à Jesus... Amém!
Não sei se onde vocês moram tem isso, mas aqui, sempre tem a tal da "época de pipa". Aqueles dois/três meses que a única coisas que os guris sabem fazer, é ir pra rua com uma lata de linha chilena e uma pipa de 30 centavos comprada num boteco qualquer. Às vezes a linha nem é chilena, mas vale mentir pra tirar uma moral com os amigos. Pois bem, aqui onde moro já é a tal época da pipa. Tu coloca os pés na rua e a única coisa que vai ver, é um bando de guri sem camisa, suados, fedendo e correndo atrás de um punhado de papel e varetas de madeira.
Po, se fosse só isso, tudo bem. MAS NÃO É SÓ ISSO! Ainda tem a comunicação incrivelmente criativa que esses meninos inventaram. As únicas coisas que tu ouve é "ARRASTA!", "TÁ NA MÃO!", "APARA!", entre outros. Eu não sei todos. Mentira, eu sei sim, mas tô com preguiça de escrever aqui.
Ah, e outra, quando eu era pequena não que eu seja grande agora, o meu sonho era aprender a soltar pipa. Mas eu sempre deixava o troço "avoar", como os guris chamam quando tu perde a linha, ou a tua linha arrebenta, seja lá o que acontece. Muito dinheiro já foi jogado fora comprando papel de seda, varetas, linha chinela e cerol com pó de vidro. Porque eu era moleque piranha, esperta, metia cerol na linha. Se eu "avoasse", ia levar neguinho comigo.
Bem, nem sei como começar esse post dado tamanho ódio que estou sentindo.
Estou eu indo para Campo Grande, indo pagar o curso depois de alguns anos devendo. Até ai okay. Peguei um ônibus e pá.
O ônibus que eu pego é mais ou menos assim.
O ruim do ônibus é que tu nunca tem muitas opções de lugares para se sentar: Ou tu se senta ao lado de um senhorzinho, ou uma senhora, que vão querer conversar contigo durante toda a viagem. Vão perguntar sobre a tua vida, sobre o colégio, a família, os namorados(as), etc, etc. Também tem aquela pessoa que está dormindo, ou quase dormindo, e tu vai correr o risco de que a pessoa caia por cima de ti e comece a babar no teu ombro. Tem a pessoa suada, que tu já sabe como é, vai sentar no banco do inferno. E o melhor de todos. Os funkeiros. A pior raça que existe na face da Terra. Acho que Deus quando foi criar as raças, pensou assim "Vou zoar com esses filhos das putas, vou fazer uns funkeiros pra acabar com a paz". E como todos sabemos, os funkeiros sempre tem aqueles celulares comprados na Uruguaiana, que custa 150 reais, mas tem tudo. TV, rádio, MP3, câmera, filmadora, morfador, ominitrix, megazorde, mas nunca, NUNCA, tem uma porra de um fone de ouvido. Mas voltando ao assunto principal, eu acabei me sentando ao lado de um lindíssimo funkeiro. Ele logo olhou pra mim com um sorriso de "sou foda" e começou a puxar assunto. "Tá frio, né?" Olhei pra ele com a menor vontade possível e respondi. "É o que parece. Eu não estaria usando esse casaco ridículo atoa". Acho que depois ele percebeu que eu não estava muito afim de conversar e ficou na dele. Mas não sei o que ouve, acho que a voz do capeta soou no ouvido dele, e ele pegou o celular do bolso e começou a ouvir funk. Ah, e sem o fone de ouvido, óbvio. Acho que ele queria me impressionar. Só que Deus é mais. Peguei o meu celular e coloquei um Slipknot SUAVE pra tocar. Sem o fone também, é claro. Não deu cinco minutos e o carinha saiu do meu lado.
É nessas horas que eu agradeço à essas bandas de rock esquisitas por existirem.
Como todos os meus queridos ounemtanto amigos sabem, eu fui convidada para a maravilhosa festa de "confraternização" do vizinho. ( Detalhe que eu não me lembro se confraternização se escreve assim, mas okay.) No início eu não fiquei nada animada pra essa festa, quem me conhece sabe muito bem que eu faço mais o tipo emo anti-social. Mas enfim, na Sexta-feira, eu acabei me animando e fui pra tal festa. Que na verdade, era um churrasco. Eu me lembro de ficar o dia todo sem comer demais pra poder encher a cara na festa, e quando eu chego lá, CADÊ A FOME, PRODUÇÃO?
Coloquei "churrasco" no Google e achei isso...
Cheguei na tal da festinha, todos olharam pra mim. Entrei meio tímida, chamei o vizinho, nós saímos, compramos as biritas mais fortes, porque o foda de churrasco de pobre é que só tem cerveja e guaraná tobi. Enfim, compramos uma cachaça mais forte, uma coisa de macho, e começamos a beber. Logo eu percebi que aquele lugar, não era um lugar de Deus, a força do Senhor não estava operando ali, foi quando meu amigo&vizinho, Rodolfo, virou pra mim e disse "Carol, 98% das mulheres que estão aqui são sapatão". Como eu já estava bêbada, eu comecei a rir, mas logo depois... "Oh, wait? Sapatão?" Por isso que elas estavam me olhando estranho!
Depois de umas três horas naquele bendito churrasco, eu FINALMENTE consegui comer alguma coisa: Pipoca de microondas. Que eu implorei pro viado do vizinho fazer. ( Que Deus ilumine a vida dele, e que ele nunca leia meu blog...)
Então.
Olá, povo da Terra.
O meu nome é Caroline, eu tenho dezesseis anos, e moro na belíssima cidade do Rio de Janeiro. (Ok, não tão bela assim). Eu não faço nada além de dormir, twitar e comer. Eu estudo sim, à noite, porque a manhã é sagrada e foi feita pra dormir. E eu acho que isso é tudo. Na verdade, não é tudo. Eu só tenho preguiça demais de escrever mais alguma coisa aqui.
Agradecimentos que eu sou obrigada a fazer: A todos os meus amigos filhosdasputas que me fizeram criar esse blog. Um foda-se pra vocês.