sábado, 30 de julho de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
No telefone com Tia Sandra
Eu: Quem é?
Tia Sandra: Sou eu. Tá tudo bem ai?
Eu: Uhum.
Tia Sandra: Já tomou café?
Eu: Uhum.
Tia Sandra: Alguém esteve ai me procurando?
Eu: Não.
Tia Sandra: Alguém ligou pra mim?
Eu: Não.
Tia Sandra: Você já arrumou a cozinha?
Eu: Não.
Tia Sandra: Então arruma a cozinha a passa pano na casa pra mim, tá bom?
Eu: Não.
Tia Sandra: O QUE QUE TU FALOU, PESTE?
Eu: Nada não.
Tia Sandra: Então faz o que eu te falei que eu já tô chegando em casa e quero ver tudo arrumado.
Eu: ~resmungo~ Mas tu vai ver, tem dois olhos grandes da porra pra isso mesmo.
Tia Sandra: O QUEEEE?
TU TU TU TU TU
Tia Sandra: Sou eu. Tá tudo bem ai?
Eu: Uhum.
Tia Sandra: Já tomou café?
Eu: Uhum.
Tia Sandra: Alguém esteve ai me procurando?
Eu: Não.
Tia Sandra: Alguém ligou pra mim?
Eu: Não.
Tia Sandra: Você já arrumou a cozinha?
Eu: Não.
Tia Sandra: Então arruma a cozinha a passa pano na casa pra mim, tá bom?
Eu: Não.
Tia Sandra: O QUE QUE TU FALOU, PESTE?
Eu: Nada não.
Tia Sandra: Então faz o que eu te falei que eu já tô chegando em casa e quero ver tudo arrumado.
Eu: ~resmungo~ Mas tu vai ver, tem dois olhos grandes da porra pra isso mesmo.
Tia Sandra: O QUEEEE?
TU TU TU TU TU
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Sem internet = Sem vida
Pois é, tô sem internet, e isso é deprimente, porque é como se tivessem me arrancado o coração ou outro órgão que eu preciso pra viver.
Por isso, eu devo ficar sem postar por alguns dias, mas isso não significa que meu cérebro não estará trabalhando. Porque acreditem ou não, eu tenho um cérebro e ele funciona.
Assim que eu conseguir uma pausa (leia-se: assim que eu matar o meu padrasto), eu posto todas as coisas legais e lindas e deliciosas que eu escrevi nesses últimos dias.
E é isso. Paz, fé, illuminate, maconha, dorgas, coca-cola, cama, sexo, luz, Jesus, amor e tudo de o que há de melhor.
Por isso, eu devo ficar sem postar por alguns dias, mas isso não significa que meu cérebro não estará trabalhando. Porque acreditem ou não, eu tenho um cérebro e ele funciona.
Assim que eu conseguir uma pausa (leia-se: assim que eu matar o meu padrasto), eu posto todas as coisas legais e lindas e deliciosas que eu escrevi nesses últimos dias.
E é isso. Paz, fé, illuminate, maconha, dorgas, coca-cola, cama, sexo, luz, Jesus, amor e tudo de o que há de melhor.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
O SONO É O INIMIGO DA PERFEIÇÃO
... Já dizia eu.
Odeio acordar cedo. Ainda mais nesses dias que eu poderia dormir até às três da tarde, porque estou sozinha em casa, e não teria ninguém pra ficar me perturbando. Mas é a vida.
Odeio acordar cedo. Ainda mais nesses dias que eu poderia dormir até às três da tarde, porque estou sozinha em casa, e não teria ninguém pra ficar me perturbando. Mas é a vida.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Festa Duro #day1
And here we go! Começou a festa duro, vulgo "Expo de Itaguaí". Whatever. Trinta de Junho de Dois Mil e Onze. Fui pro colégio, fiz minha prova, que agora eu não consigo me lembrar do que foi e voltei pra casa. Claro que eu estava morrendo de vontade de ir logo pra Expo, pra ver como tava tudo, e CLARO, tomar umas biritas, porque eu também sou filha de Deus. Enfim, quando cheguei em casa, minha mãe (mais conhecida como Tia Sandra), ficou de treta, e não quis me deixar sair. Me revoltei e fui jogar GTA. Quando deu dez horas, minha amiga, a Priscila, veio aqui em casa, e acabei convidando-a para sair comigo. Sendo assim, Tia Sandra liberou o Tóim e eu acabei indo pra festa, na condição que eu não fosse beber. Aham.
Cheguei na Expo no clima dos baile, tomei uma tequila pra esquentar e fui pra área do Palco 2, onde um grupo de pagode tocava pra um público de mais ou menos 500 pessoas. Pode ser que tivesse mais gente. Ou menos. Sei lá, isso não vem ao caso. Fiquei pra lá com a Priscila, sua irmã, o peguete, e uns dois viados, que logo fizeram amizade comigo.
Meia hora depois, um DJ começou a tocar, ai foi a vez da Carol arrazar nas corêo. Os bichas me acompanharam, aprendendo todas as dancinhas rapidamente e fazendo os passinhos comigo. E assim foi.
O resto da noite se resume à tequilas, encontrar o Rodrigo, ir pro Maria Bonita, brigar com um Cowboy, vê-lo paquerar a Priscila, fazer amizade com uns motociclistas, que por sinal, eu aprendi que o termo certo é MOTOCICLISTA e não MOTOQUEIRO. Então é isso. Voltei pra casa umas três horas. Não estava bêbada, ainda bem. Mas mesmo que estivesse, minha mãe não chegaria a saber, porque ela já estava roncando alto quando cheguei em casa.
Cheguei na Expo no clima dos baile, tomei uma tequila pra esquentar e fui pra área do Palco 2, onde um grupo de pagode tocava pra um público de mais ou menos 500 pessoas. Pode ser que tivesse mais gente. Ou menos. Sei lá, isso não vem ao caso. Fiquei pra lá com a Priscila, sua irmã, o peguete, e uns dois viados, que logo fizeram amizade comigo.
Meia hora depois, um DJ começou a tocar, ai foi a vez da Carol arrazar nas corêo. Os bichas me acompanharam, aprendendo todas as dancinhas rapidamente e fazendo os passinhos comigo. E assim foi.
O resto da noite se resume à tequilas, encontrar o Rodrigo, ir pro Maria Bonita, brigar com um Cowboy, vê-lo paquerar a Priscila, fazer amizade com uns motociclistas, que por sinal, eu aprendi que o termo certo é MOTOCICLISTA e não MOTOQUEIRO. Então é isso. Voltei pra casa umas três horas. Não estava bêbada, ainda bem. Mas mesmo que estivesse, minha mãe não chegaria a saber, porque ela já estava roncando alto quando cheguei em casa.
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